domingo, 5 de dezembro de 2010

GÊNESE E BREVE HISTÓRIA DO MOVIMENTO INDÍGENA REVOLUCIONÁRIO


Governo Federal e GDF, ao determinarem Repressão Brutal e Extra-Constitucional ao Acampamento Indígena Revolucionário, não considerou a especificidade cultural dos indígenas - que se instalaram na Espalanada, com suas famílias, trazendo inúmeras crianças e gestantes(Foto de Bruno Costa)

GÊNESE E BREVE HISTÓRIA DO MOVIMENTO INDÍGENA REVOLUCIONÁRIO

No ano de 2007, grande parte dos projetos desenvolvimentistas acalentados pelo Governo Federal, tais como as Hidrelétricas do Rio Madeira, a UHE Belo Monte e a Transposição do Rio São Francisco, estavam parados, deixando os contadores das empreiteiras e os gastadores do governo em estado de ansiedade máxima. As questões ambiental e de Direitos Humanos (Direito Indígena) eram um empecilho para o licenciamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cinicamente, o Governo nomeou, então, para o Ministério do Meio Ambiente o exterminador do Futuro Carlos Minc e para a Presidência da Fundação Nacional do Índio o genocida Márcio Meira – um quadro do Instituto Sócio Ambiental (ISA), que, tão logo que chegou, nomeou-se presidente do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI) e nomeou para cargos de chefia parentes e diretores de Ongs Amigas.

Márcio Meira, desde que assumiu o cargo, perseguiu e afastou servidores probos que defendiam os Direitos e Interesses Indígenas - violados pelo Programa de Aceleração do Capitalismo, nomeado em linguagem eleitoral petista como PAC - e, na sequência, esvaziou a Ouvidoria da Funai, deixando as demandas jurídicas dos indígenas para as Defensorias Públicas Estaduais.

Porém, a questão indígena continuava sendo pedra no sapato do Governo Federal que, para poder dar destinação aos 100 bilhões em obras emperradas que a gestão dilma herdaria do governo lula, precisou radicalizar, publicando sob total silêncio midiático o Decreto Presidencial 7056 na véspera do ano-novo de 2010 (dias antes, cortou o fornecimento de combustível para a AR Altamira, temendo que os Kayapó
viessem à cidade protestar).

A medida eliminava a estrutura de proteção aos Povos Originários - materializada em Postos Indígenas, Administrações Regionais, um Estatuto (Estatuto da Funai) e um quadro de servidores indígenas e não indígenas que mediava as relações entre Povos Indígenas, Estado e Sociedade Envolvente – e cassava Direitos dos Povos Indígenas garantidos pela lei 6001, pela Constituição de 1988 e pelos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Com a publicação do Decreto 7.056/09, nasceram protestos do Movimento Indígena Autônomo de norte a sul do país, exigindo a revogação do dito decreto e a exoneração imediata do Presidente da FUNAI e do Conselho Nacional de Política Indigenista, Márcio Meira, acusado de corrupção, insensibilidade, incompetência, autoritarismo,nepotismo, assédio moral grave, etnocídio e genocídio.

No mês de janeiro de 2010, a sede da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), em Brasília, foi ocupada por cerca de mil indígenas representando etnias todo país. A ocupação, que durou mais de uma semana, foi neutralizada por ação desproporcional e violenta da Polícia Federal, com apoio da Força Nacional e BOPE – DF. Desde então, a sede da Funai do doutor Meira (Funab, Fundação Nacional do Branco, segundo o senso de humor de alguns indígenas, FUNAE, Fundação Nacional do Empreendedor, segundo carta de um célebre indigenista) está ocupada militarmente por contingente da Força Nacional, cuja presença foi formalizada mais tarde – no dia 08 abril - por portaria do Ministro da Justiça Luis Paulo Barreto, que incluiu, entre outras “autorizações”, a permissão de “uso de força letal” contra indígenas.

Com a Funai ocupada pela Força Nacional, com os seus agentes na portaria sancionando a política da presidência de “só atender aliados” (a Fundação Nacional do Índio violando a impessoalidade do serviço público), a Resistência Indígena – àquela altura formada por militantes das etnias Pankararu, Munduruku, Fulniô, Krahô-Canela,Kaingang, Karipuna e Korubo – decidiu acampar no gramado da Esplanada dos Ministérios, defronte ao Ministério da Justiça, no intuito de pressionar o então Ministro Tarso Genro a exonerar de uma vez por todas Márcio Meira e declarar a inconstitucionalidade do Decreto 7056/09, conseguindo junto à Presidência da República a sua revogação. Assim nascia o AIR (Acampamento Indígena Revolucionário), que, a partir da repercussão espontânea dos protestos – silenciados pela mídia corporativa – angariou apoio de etnias de norte a sul do Brasil, que, aliadas na luta pelos Direitos e Interesses Indígenas, articularam, junto com os seus representantes unidos pelo AIR, a maior mobilização multi étnica de Resistência Indígena ocorrida no país desde a Guerra dos Tamoios(1555-1567).

Durante nove meses o Movimento Indígena Revolucionário mobilizou militantes de todo o país para acampar na Esplanada dos Ministérios até que as principais demandas dos Povos Originários brasileiros fossem solucionadas. Durante esse período, com centenas de lideranças indígenas acampadas diante do Ministério da Justiça, foram elaborados e redigidos à beira da fogueira os “15 Pontos do Acampamento Indígena Revolucionário”, uma pauta de reivindicações que não pode ser contestada por nenhuma etnia indígena brasileira, pois trata da proteção dos Direitos e Interesses Indígenas fundamentais.

Do mesmo modo, nasceu o Conselho Nacional de Direito Indígena (CNDI),organização exclusivamente indígena e não-remunerada em defesa dos Direitos e Interesses dos Povos Originários, como contraponto ao CNPI presidido por Márcio Meira (apenas uma instância para forjar anuência das etnias indígenas às obras do PAC). Durante a Ocupação Pacífica da Funai, em maio, quando os agentes da Força Nacional recuaram diante de centenas de indígenas (evitando, assim, um banho de sangue), o Conselho Nacional de Direito Indígena – hoje objeto de projeto de lei no Senado, esperando aprovação – foi formalizado, com 400 representantes de etnia de todas as regiões do Brasil ocupando o auditório e indicando o advogado indígena Arão da Providência
Guajajara para a presidência do conselho e a presidência da Funai.

Cerca de uma semana antes, o AIR - apesar da Polícia Legislativa ter tentando impedir a presença de indígenas no Congresso Nacional (ver o vídeo mostrando o grupo que foi barrado no acesso ao Salão Verde, http://www.youtube.com/watch?v=2J1G_TegYDw&feature=related), o que resultou em confronto físico entre centenas de indígenas e agentes da PL que, com apoio da polícia penitenciária, usaram cassetetes e pistolas de choque contra mulheres e idosos - conseguiu pressionar os líderes parlamentares a vetar a aprovação do CNPI, tornando assim a organização presidida por Márcio Meira ILEGAL. Ainda assim, o AIR recebeu intimação judicial para se afastar um quilometro do Ministério da Justiça para poder garantir a tranqüilidade de uma reunião do CNPI que ali ocorreria com presença do Presidente Lula. Não satisfeito, o Governo realizou uma mega-operação policial no dia primeiro de junho de 2010, com cerca de mil agentes, que cercou a Esplanada dos Ministérios das 04 da manhã às 16 horas – só dali saindo por determinação judicial, graças à sensibilidade de uma juíza que entendeu que retirar uma moça que estava sob a lona em situação de “Tocaia” (reclusão cerimonial das meninas Guajajara durante a menarca, não podendo sair nem ser vista) violaria o artigos 232 e 233 da Constituição Federal, que tratam do respeito aos hábitos, crenças e costumes dos Povos Indígenas.

Não foi a primeira operação policial: desde abril foram cinco mega-operações contra o Acampamento Indígena Revolucionário, sendo que, na do dia 10 de julho de 2010, considerado Dia da Infâmia para os Povos Originários Brasileiros, lonas foram rasgadas, barracas foram destruídas, comida e panelas foram apreendidas, assim como os pertences pessoais dos indígenas (dinheiro, roupas, cobertores, documentos, remédios e artesanato), apoiadores e indígenas foram presos e homens, mulheres, crianças, gestantes e idosos indígenas brutalmente agredidos.

A partir de então, deu-se uma queda de braço, com os indígenas tentando reaver os pertences ilegalmente apreendidos pelo Estado e os Governos Federal e do DF exigindo a retirada imediata do Acampamento Indígena Revolucionário – que, à essa altura, resistia no relento – da Esplanada dos Ministérios. O Governo do DF tentou apertar o cerco, com a Polícia Militar protagonizando um bloqueio para evitar a entrada de cobertores e alimentos no Acampamento Indígena Revolucionário, com intimidação diuturna do Choque Montado do DF(Cavalaria da PM), e a Funai, com apoio das PMs estaduais e da Polícia Rodoviária Federal, barrando a entrada de indígenas simpáticos ao AIR no Distrito Federal.

Nesse meio tempo, representantes da Funai, Ministério da Justiça e do Gabinete da Presidência da República (Casa Civil) tentaram cooptar lideranças indígenas com a mais grossa PROPINA (o que ficou registrado em vídeo), sendo rechaçados pelos fundadores do Acampamento Indígena Revolucionário e pela coragem e determinação dos militantes indígenas (em grande parte, da etnia Guajajara). Nessa ocasião, o representante do CIMI (Conselho Indigenista Missionário) no Gabinete da Presidência da República, Paulo Maldus, hoje Secretário de Assuntos Indígenas da Presidente Dilma Roussef, se utilizou covardemente da tática de desarticulação corrente desde a Guerra dos Tamoios: usando de confiança comprada com dinheiro e presentes, se valeu da calúnia, da difamação e do perjúrio para jogar índio contra índio, etnia contra etnia, aldeia contra aldeia, pai contra filho, irmão contra irmã (a desestruturação familiar e social de etnias indígenas pode ser configurada como crime de etnocídio, listado entre os Crimes Contra a Humanidade). Porém, a tática urdida pela Casa Civil de desmobilizar o Acampamento Indígena Revolucionário e desmoralizar as lideranças não surtiu efeito: os índios do Brasil estão hoje mais unidos do que nunca.

Graças à Resistência e a Insubordinação Sagradas dos militantes indígenas, o AIR, com a sua força telúrica de protesto, resistiu nove meses a todo tipo de coação,intimidação e reiteradas tentativas de corrupção SEM QUALQUER APOIO DE ONGs, PARTIDOS, GOVERNOS OU EMBAIXADAS E INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS.

Em setembro de 2010, o Movimento Indígena Revolucionário, ao perceber o esgotamento da “forma acampamento” de protesto, totalmente inócua em período eleitoral (quando as autoridades estão de olhos nas bases), decidiu voluntariamente abandonar a Esplanada para divulgar “Os 15 Pontos do Acampamento Indígena Revolucionário” às mais de 240 etnias brasileiras, capilarizando a Resistência Indígena em todos os Estados da Federação, hoje dando apoio incondicional ao Movimento Tamoio dos Povos Originários que ocupa o Antigo Museu do Índio do Maracanã (RJ), à Resistência Indígena na Terra Indígena Canabrava (MA), atacada covardemente no período de novembro/dezembro de 2010 pela Operação Policial Racista batizada pela Polícia Federal como “Barra Limpa”, dando a entender que os índios de Barra do Corda eram "sujos"; o AIR dá igualmente apoio incondicional aos servidores indigenistas da antiga Coordenação da Funai de Goiânia, responsáveis, entre outras tantas atribuições, pela sobrevivência física e cultural de 19 mil Xavantes divididos em 187 aldeias, incluindo os indígenas ameaçados de Marãiwatsede (MT), e pela proteção dos últimos seis Avá-Canoeiro do Grupo de Serra da Mesa (GO), único povo contemporâneo do planeta a ter habitado cavernas (Ithá), hoje ameaçado de EXTERMÍNIO por uma máquina genocida à serviço de hidrelétricas dos grupos Furnas e Tractebel (Bélgica) totalmente endossada pela FUNAE de Márcio Meira; às reivindicações dos Sateré-Mawé e Hexkaryana que HOJE ocupam a sede da Funasa em Parintins (AM); às nove etnias aliadas que armadas de bordunas, arcos e flechas ocuparam a sede da Funasa em Rio Branco, no Acre; aos indígenas e servidores que ocuparam a sede da Funasa de Manaus (AM) em julho; aos Potiguara que ocuparam a sede da Funai em setembro (PB); à luta dos Assurini contra as violações cometidas pela Eletronorte e pelos demais invasores da Terra Indígena Tocará (PA); à luta dos Parakanã da TI Apyterewa pela desintrusão de suas terras, violentamente fracionada pelos governos do PT e do PSDB, representando os mais vorazes interesses econômicos (PA); à luta renhida do Povo Munduruku contra as Hidrelétricas projetadas para o Rio Tapajós (AM), à luta dos Povos do Alto-Xingu por assistência estatal e contra o “Cinturão da Morte” (Omanomae Kwahap), representado pelo cerco da soja e do gado sobre o Território Indígena (MT); à luta das etnias do Alto, Médio e Baixo Xingu contra a UHE GENOCIDA Belo Monte (MT e PA); à luta dos Xikrim e Gavião contra a intrusão e o holocausto ambiental cometidos por Vale e Eletronorte na Terra Indígena Mãe Maria (PA); aos Pataxó que ocuparam a prefeitura de Pau Brasil (BA); aos Tupinambá de Olivença, perseguidos e criminalizados pelo aparelho de estado em nome dos interesses pecuniários vis (BA); em apoio aos Yanomami, reunidos na aldeia Toototobi em assembléia contra o Genocído de Estado, representado pela omissão da Coordenadoria de Proteção Territorial (Funai), da Funasa (hoje SESAI) e dos governos do Amazonas e de Roraima; em apoio aos indígenas da TI Marãiwatsede e demais grupos Xavante ameaçados pelo agronegócio e pela omissão da Coordenadoria de Proteção Territorial da Funai (MT); em apoio aos Kaiwoá (MS), ameaçados de genocído pelo agronegócio e pela omissão da Coordenadoria de Proteção Territorial (Funai); em apoio aos Krahô-Canela de Rio Formoso, acampados fora de suas terras há mais de 30 anos por omissão das Funai (TO); em apoio aos Irmãos Mapuche do Chile e às etnias da Amazônia Peruana, massacrados pelo Terrorismo de Estado, em especial, aos Murunahua e demais etnias isoladas do Peru, ameaçadas pelas ações ETNOCIDAS E GENOCIDAS da Petrobrás; à defesa dos 67 Povos Isolados do Maranhão, Mato-Grosso, Pará, Rondônia, Acre, entre outros Estados, ameaçados de extermínio físico e cultural pelo Programa de Aceleração do Capitalismo e pelo Cinismo Missionário, entre outras mobilizações, articuladas e irmanadas na grande luta contra o capital destruidor de Povos e Ecossistemas e pela Autonomia e Autodeterminação dos Povos Indígenas Brasileiros - expressa nas demandas contidas nos "15 Pontos do Acampamento Indígena Revolucionário" - e pelos Direitos e Interesses Indígenas garantidos pela Constituição de 1988 e pelos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

45 comentários:

Anônimo disse...

O Acampamento Indígena Revolucionário já era, não tem mais ninguem na Esplanada dos Ministérios! O Acampamento Indígena Revolucionário é um fracasso total!


Abração!


Marcelo

5 de dezembro de 2010 14:35
Anônimo disse...

todo apoio a luta dos povos originários da Terra, repúdio aos governantes que não respeitam as etinias, repúdio aos latifundiários,especuladores imobiliários, madereiras e outros burgueses que destruíram e destroem as terras indígenas.Voces são os únicos defensores e cuidadores do sistema, mas os capitalistas não deixam porque preferem o lucro e poder do que preservar o planeta e manter os povos que respeitam de verdade a terra.
Esse palhaço anônimo que está tirando sarro comemorando que o acampamento revolucionário foi um fracasso, não sabe nem o que diz.Pois o fracasso é falta de entendimento dele e de muitos que não percebe o sentido da luta e o respeito por quem luta.
Dinizete

5 de dezembro de 2010 14:55
Anônimo disse...

SOY DESCENDIENTE NATIVO ETNIA QUICHUA AMAZONAS PERU,ME PARECE CORRECTO Y DECISIVO LA RESISTENCIA DE NUESTRAS TIERRAS,LA OIT SÓLO ES TINTA Y PAPEL DE RICOS Y USURPADORES CAPITALISTAS,EEUU,EUROPA, EN EL CASO DEL BRASIL,LOS LATINFUNDISTAS LADRONES Y RICOS QUE AÚN TIENEN PODER POLÍTICO EN EL BRASIL DE HOY, ES CIERTO LOS PUEBLOS INDÍGENAS DE NUESTRO CONTINENTE ESTÁN EN PELIGRO DE EXTINCIÓN,LO PEOR NUESTRA ESPECIE ESTÁ EN PELIGRO DE EXISTIÓN,NOSOTROS LOS PUEBLOS ORIGINARIOS ESTAMOS RESISTIENDO A ESTE GENOCIDIO Y COMO NATIVO SUDAMÉRICANO Y ESTOY SEGURO TODOS MIS HERMANOS DE MIS PUEBLOS,NOS SOLIDARIZAMOS CON LA LUCHA Y RESISTENCIA DE NUESTROS HERMANOS NATIVOS BRASILEÑOS,NO OLVIDEMOS HERMANOS QUE LA UNIÓN HACE LA FUERZA,NO HAY PUEBLO VENCIDO,LA LUCHA CONTINÚA,JAYAYA SUDAMÉRICA UNIDA,VIVA LOS PUEBLOS Y SU SOBERANÍA A SER LIBRES Y FELICES.VIVA LA RESISTENCIA INDÍGENA DE NUESTRO CONTINENTE.MUERTE AL CAPITALISMO PRIMITIVO...!.SALUDOS,PUMA CAWUA.

5 de dezembro de 2010 16:14
Cesar Crash disse...

E ai Marcelo, nem vai dizer de onde cê é nem de qual ideia podre você é adepto (se é que tem ideia alguma)? Ainda que a luta tivesse se encerrado como você supõe, melhor é a dor da derrota do que a vergonha de não ter lutado (ou a vergonha de ser covarde o bastante pra fazer tal afronta anônima).
Abração!

5 de dezembro de 2010 17:31
kararao disse...

Marcelo, seu lacaio puxa-saco a serviço dos DAS 4 e do poder vigente, defensor do Terrorismo de Estado e de todas as covardias cometidas contra Povos Indígenas, você nunca escreveu nenhum comentário produtivo, você é o verdadeiro PARASITA!

Seus comentários, de tão chulos e violentos, muitas vezes nem podem ser publicados - o seu ódio étnico racial parece estar a serviço do gabinete de ocasião.

Há meses nós consideramos arrancar a sua cabeça, com assessoria étnica, para reduzir no fogo e fazer um chaveirinho - chaverinho esse, que apesar do trabalho, seria vendido na feira a um real. Mas entendemos que a sua cabeça desvaloriza qualquer chaveiro."O lixo ao lixo".

Passe Bem!

6 de dezembro de 2010 01:56
Anônimo disse...

Marcelo, já passou na sua cabeça que o Movimento Indígena Revolucionário decidiu sair da Esplanada para um recuo estratégico? Vc acha mesmo que os indígenas vão desistir de lutar? Meu caro, são 510 anos de Resistência e o Acampamento só foi mais uma das demonstrações de força dos Povos Indígenas.

6 de dezembro de 2010 01:59
Anônimo disse...

Marcelo. Nós sabe que é você!

6 de dezembro de 2010 02:04
Anônimo disse...

A todas as respostas que a mim se referem,


Não só acho, como tenho certeza que esse fraco, burro,inócuo e desqualificado "Movimento ou Acampamento Indígena Revolucionário" não voltará nunca mais a encher o saco em Brasília, vocês não possuem força política nenhuma, suas ações não produzem nenhum resultado, suas afirmações são todas sem fundamento e desprovidas de rumo..... As ações de vocês são em resumo péssimas, sem inteligência e sem qualquer força política. Resumindo: Vocês são um péssimo movimento! Inepto intelectualmente! Sou Marcelo com toda minha transparência e realidade! Aos que não gostarem, voltem a Terra e saiam da lua!

Abração!

Marcelo

6 de dezembro de 2010 05:07
Anônimo disse...

E como vc perde tempo com um Movimento inócuo! Se fosse um movimento tão fraco, burro etc e tal vc não estaria enchendo o saco desde o início, não é, caro Marcelo?

6 de dezembro de 2010 10:45
Anônimo disse...

A grande "bronca" do dr. Marcelo é que, depois de cinco mega-operações policiais, com cachorro, helicóptero, atirador de elite, cavalo, luciana loureiro e o escambau, os "gatos pingados" da Esplanada - sem quaisquer recursos, com barracas, roupas, documentos, pertences e dinheiro confiscados, dormindo ao relento, sem apoio de Ongs, governos, partidos, instituições religosas ou embaixadas e/ou instituições estrangeiras - os índios não moveram uma palha, humilhando o governo. E o dr. Marcelo.

Todo aparato bélico, com inúmeras forças envolvidas (Polícia Federal, Bope, Rotam, Choque Montado, Batalhão de CHoque, polícia civil e etc), toda pressão institucional e para-institucional, toda a perseguição e assédio moral, todas as tentativas de corrupção, todas as tentativas de jogar um índio contra o outro (gabinete da presidência da república, paulo maldos), todas as ameaças de morte às lideranças e seus familiares não surtiram efeito.

Os indígenas só sairam quando entenderam que era hora de sair, sem pressão externa, por INICIATIVA PESSOAL. Livre e espontânea vontade. É próprio de um Movimento se movimentar e o período eleitoral indicava que era hora de retornar às bases, divulgando "Os 15 Pontos do AIR" e fortalecendo o Movimento Indígena Revolucionário nas aldeias e comunidades indígenas.

Ninguém - de etnia alguma - saiu por pressão ou por força policial. Sairam quando bem entenderam que era a hora. Quem será que foi inepto no caso em foco, o governo ou os indígenas?

A INSUBORDINAÇÃO SAGRADA dos militantes indígenas do AIR, atiçando a histeria das donas gláucia, terezinha e ana patrícia (ministério nanico da injustiça), a sanha etnocida e difamatória do representante da Casa (de tolerância) civil, paulo maldos, e do guapindaia (funai) e a caneta genocida do senhor barreto, certamente cala fundo na vaidade do dr. marcelo - negativamente, é claro.

Sobre o AIR "não ter força política" e as suas ações serem "inócuas": o assessor pessoal do presidente da república, paulo maldos, estaria se esfalfando com as mangas arregaçadas junto com a assessora e o chefe de segurança do ministério da justiça, depois de ralar e suar bicas o dia inteiro, se desdobrando para atender uma dissidência indígena revoltada, insatisfeita e descrente, servindo marmitas para índios esfomeados (intratáveis de tanta fome e descrença) em um estacionamento do Setor Hoteleiro Sul (Brasília), às cinco e cinquenta e oito de um domingo, 11 de junho de 2010, dia de CONVENÇÃO DO PT, caso o Acampamento Indígena Revolucionário fosse um Movimento "fraco" e "inócuo"???

O apoiador acima já responde a todos ataques do dr marcelo escritos ao longo do ano de 2010. Alguém, com mais de dois neurônios, perderia tanto tempo - nove meses, no mínimo, fazendo ataques pesados contra o AIR diuturnamente - com um movimento inócuo, formado por ineptos???

6 de dezembro de 2010 13:46
Anônimo disse...

Senhor Anônimo,


Você não precisa mais do que duas linhas para se atrapalhar no seu inexpressivo textinho, escrito por quem só tem um neurônio e olhe lá!

Rsrsrsrsrs! Você mesmo admite que esse tal MIR ou AIR como queiram chamar perdeu de forma acachapante devido ao perído eleitoral. Se fosse um movimento forte nem o período eleitoral faria-os parar.

E vou mais além, não adianta voltar o movimento em janeiro, feveiro ou qualquer mês do ano de 2011. Todo mundo já percebeu e não tem mais saco para aguentar na Esplanada dos Ministérios índios que só querem receber doações em roupas e comida da populaão brasiliense e do entorno.

E não sou doutor nenhum, apenas enxergo a realidade que vocês fazem questão de não conhecer!

Com carinho............


Marcelo!

6 de dezembro de 2010 14:16
Anônimo disse...

O "Galha" perde nove mes escrevendo contra os índio. Nos tá de pé. Quem é burro?

Waldomiro

6 de dezembro de 2010 14:26
Anônimo disse...

Esse cara é governo, parentes! Não perdi tempo com ele. Não responde!

O governo gasto quase três milhao para contar mentira na reunião do clima. A Marcela que assinou instalação de belo monte e a taís da proteção territorial estão lá para contar mentira. estao na vida boa lá porcausa das maldade que fizera com os indio. È dinheiro nosso!

Não perdi tempo com esse cara. Esse cara quer que agente perdi tempo. È o governo quer que agente gasta tempo brigando. agente tem que se uni para fazer as coisa séria. Vamo briga com que tem que briga.

6 de dezembro de 2010 14:36
Anônimo disse...

O parente está certo. Nao vamo responder mais a essa pessoa. Tem muita coisa acontecendo, o governo mandou prender um monte de parente guajajara no maranhão. Aqui no MS tão enrolado a gente. Tão invandindo nossas terra e essa thaís fica passeando com marcela gastando dinheiro da gente. esse PPTAL gastou um monte de milhão de dolar e ninguém viu. O governo gasta monte de dinheiro e nunca chega pra gente. Tem um monte de coisa acontecendo a gente tem que se uni e lutar.

Terena

6 de dezembro de 2010 14:53
Anônimo disse...

É sempre assim,

Quando faltam argumentos as pessoas apelam para "arrancar cabeça para fazer chaveirinho" ou apelam para "guardar carinho para os seus machos".

Agora percebe-se o motivo pela qual este tal "acampamento ou movimento indígena revolucionário" é um absoluto e indiscutível fracasso.
COmpletamente desqualificado e quando aparece alguém falando umas cristalinas verdades, esses "revolucionários" apelam para a covardia insultando e agredindo quem discorda deles. Não é a toa que perderam tudo!

Com espírito fraterno!

Marcelo!

6 de dezembro de 2010 15:19
Anônimo disse...

Não aceitamos "carinho" nem o "espírito fraterno" de quem faz troça do sofrimento de crianças, gestantes e idosas indígenas brutalmente atacadas por sua polícia. Quando o acampamento, com crianças, idosas e mulheres grávidas, foi brutalmente atacado - com cães, gás,cavalaria, pancada e armas apontadas para mulheres e crianças - o SENHOR COMEMOROU.

Ninguém apelou em momento nenhum: a sua cabeça só serve para chaveirinho (que não queremos), o seu carinho serve aos seus. Não se preocupe, ninguém vai querer "arrancar a sua cabeça" - nem o carinho dos seus.

COVARDE É O SENHOR DR. QUE SE ESCONDE SOB ANONIMATO PARA ATACAR FAMÍLIAS INDÌGENAS, ESTIMULAR O ÓDIO ÉTNICO-RACIAL, RIR DO SOFRIMENTO E LUTA ALHEIAS E COMEMORAR GESTANTES PERDENDO FILHOS E CRIANÇAS APAVORADAS SENDO INTERNADAS POR INTOXICAÇÃO POR GÁS (JOGADO PELA SUA POLÌCIA FEDERAL).

Depois do tiroteio em Canabrava, com as vítimas - inocentes, desarmadas e ainda baleadas - sendo presas, depois de toda a campanha de ódio racial contra os indígenas ocorridos na região; depois do linchamento do rapaz Urubu em plena via pública, depois do "suicidamento" dos Kaiwoá (por terceiros), depois da licensa de instalação de belo monte, depois da publicação do decreto 7056, depois de tudo o que aconteceu no AIR (contra o AIR), o senhor vem falar em COVARDIA OU AGRESSÂO??

Sendo o dr., “pleno de verdade e transparência”, por que não respeita o princípio mínimo de realidade em suas acusações? Por que sempre incorre em perjúrio e distorce fatos? E, em segundo lugar, se é um cara tão corajoso e de peito tão aberto, tão cheio de "verdades cristalinas" por que não ser coerente, saindo do anonimato e revelando a sua verdadeira identidade?

O que é covardia? O que é agressão?, SEU PALHAÇO! Responda o que quiser, fale o que quiser - não irei responder. Se quiser responder alguma coisa, abra antes o seu anonimato. Quem é o covarde que ataca as famílias acampadas, os Povos Indígenas, se escondendo sob codinome?

Guarde os seus comentários para os seus superiores, não haverá mais resposta ao que você postar.

6 de dezembro de 2010 15:45
Anônimo disse...

Não gasta tempo respondendo, esse cara é governo. Tá fazendo provocação pra fazer agente perdi tempo. Vamo briga com que tem que briga. Vamo trabalhar.

6 de dezembro de 2010 15:49
Anônimo disse...

É o Galha!

6 de dezembro de 2010 15:51
Anônimo disse...

Bom, além de burros e fracassados não sabem ler o que eu escrevi antes! Já disse e volto a repetir, meu nome é Marcelo, não estou mentindo ou brincando.

E mais uma vez esse tal anõnimo diz que não é covarde, mas me agride no próprio texto dele. Bom, de fato a cada segundo que passa tenho mais consciência verdadeira que esse tal AIR ou MIR não passam de um bando de desocupados mesmo, que colocam crianças de escudo para se defender de suspostas agressões? Quem são os verdadeiros covardes? Este que escreve falando algumas boas verdades? Ou hipotéticos revolucionários que covardemente colocam crinaças e gestantes para se protegerem. Quem é valente e tem diginidade luta de cara limpa e não se esconde atrás de inocente crianças!

Tenham consciência e tenham decência e vergonha na cara!

Com Amor.............


Marcelo!

6 de dezembro de 2010 16:02
Anônimo disse...

VOCÊ NãO ENTENDE NADA SOBRE ESPECIFICIDADE CULTURAL INDÍGENAS, NÃO ENTENDE QUE OS INDÌGENAS VIAJAM COM SUAS FAMÍLIAS, NÃO SABEM VIVER LONGE DE SEUS FILHOS, NÂO ENTENDE NADA SOBRE A QUESTÃO CULTURAL, NÂO ENTENDE NADA SOBRE AS QUESTÕES QUE TRATAMOS AQUI, NÃO ENTENDE NADA DO QUE ESTÁ SENDO TRATADO AQUI. E VEM ENCHER O SACO COM ESSAS AGRESSÕES.

QUEM AGRIDE É VOCÊ, PALHAÇO! QUEM TEM AMOR NO CORAÇÂO NÃO COMEMORA CRIANÇAS AGREDIDAS, QUEM TEM AMOR NO CORAÇÃO NÃO COMEMORA GESTANTES PERDENDO BEBÊS, QUEM TEM AMOR NO CORAÇÃO NÃO OFENDE PAIS, MãES E AVÓS, QUEM TEM AMOR NO CORAÇÃO NÃO PERSEGUE FAMÍLIAS INDÌGENAS!

DEIXA DE SER HIPÓCRITA, PALHAÇO! NÃO QUEREMOS O SEU CARINHO, O SEU AMOR, NEM O SEU "ESPÍRITO FRATERNO". NÃO ACEITAMOS O "AMOR" DE QUEM COMEMORA O SOFRIMENTO DE GESTANTES E CRIANÇAS (vimos seu comentário, felizmente e para o bem de todos deletado).

E pode dizer o que quiser, eu também não irei responder mais. Não sou desocupado. Desocupado é quem passou nove meses - e todo o dia de hoje (até agora - 22:15 horas)atacando uma organização indígena legítima e autônoma. Faço como o companheiro, não respondo mais.

Sabemos que é codinome. Ou se for "nome", que se abra o anonimato totalmente ou nem escreva mais.

M.C.R.,
o outro anônimo.

6 de dezembro de 2010 16:18
Anônimo disse...

é governo, não respondi!

6 de dezembro de 2010 16:22
Anônimo disse...

é polícia, não respondi!

6 de dezembro de 2010 16:27
Anônimo disse...

é o galha!

6 de dezembro de 2010 16:29
Anônimo disse...

Quanto mais nos atacam, mais fortes ficamos.

Terena.

6 de dezembro de 2010 16:30
Anônimo disse...

Parente tá certo, vamos mudar de página! Deixa essa palhaço falando sozinho.

Abraço pros parentes!
Marcos

6 de dezembro de 2010 16:36
Anônimo disse...

Ora, ora.............

Entendo de tudo e mais um pouco meu caro M.C.R. Não estou atacando ninguém, só estou falando a verdade sobre vocês. Aqui quero reafirmar que são todos uns desocupados e que para o bem de Brasília não voltarão mais a pertubar a paz e a tranquilidade social da capital do País.

Sinceramente.............

Marcelo!

6 de dezembro de 2010 16:39
Anônimo disse...

Parentes, vamos mudar de pagina. Quem é desocupado mesmo é quem passa o dia inteiro no computador atacando as família indígena. Não respondam mais, gente.

Marcos Canarana

6 de dezembro de 2010 16:46
Anônimo disse...

Parentes:

Companheiros, Companheiras, pais, maes e avós dessa grande Nação Indígena: venho por meio desa pedir que não aceitem mais provocações, não façam esse jogo dos poderosos. Não respondam mais, não gastem suas energias com esse provocador. Tem muito tempo que os poderosos fazem isso conosco, fazendo que nossos guerreiros gastem suas energias a toa.

Acompanho o Acampamento de brasília com muito admiração e tenho orgulho por ser indígena descendente também e também acompanho a situação indígena daqui da minha cidade. Parabéns pela luta, continuem firmes.

Não aceitem provocações gratuitas nem façam o jogo dessas pessoas. Não respondam. Ghandi ensinou a agir nessa situação. Não é diferente.

Waldira
Porto Velho

6 de dezembro de 2010 17:19
Anônimo disse...

Mas são mesmo uns grandes hipócritas...........

E ainda por cima ficam usando o nome de Ghandi para justificar suas funestas e violentas ações.

É o cúmulo do cinismo do Acampamento Indígno Involucionário.

Honestamente............

Marcelo

6 de dezembro de 2010 17:54
Anônimo disse...

ESTIMADOS IRMÃOS DO ACAMPAMENTO INDÍGENA REVOLUCIONÁRIO, PERIGO A VISTA, PERIGO, PERIGO! URGENTE QUE ALGUÉM POSSA DIZER NÃO A CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE PELEGOS INDÍGENAS.

De: "CNPI BRASIL"
Para: "Saulo Ferreira Feitosa CIMI" , assessoriajuridica@cimi.org.br, "Frederico Flávio Funai" , "claudia lobo" , "Karla Bento" , "Cecília Secretaria Executiva CNPI" , "irania marques" , "Leia Bezerra" , "Ricardo Verdum ONG Suplente" , "Ana Paula ONG Suplente" , paulinomontejo@terra.com.br, "José Silva Funai" , "paulo oliveira" , "Aluisio Azanha"
Enviadas: Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010 16:42:45
Assunto: Votação da criação do Conselho

Prezados Companheiros,

Informamos que no dia 08/12/2010, ás 10:00h, na Câmara dos Deputados, será votado na Comissão de Finanças e Tributação, o PL- 3571/08, que cria o Conselho Nacional de Politica Indigenista.

Contamos com a presença de todos.

Um abraço,
Graci

7 de dezembro de 2010 15:47
Anônimo disse...

Parentes:

Companheiros, Militantes e Apoiadores Indígenas e não-Indígenas do Movimento Indígena Revolucionário e demais defensores dos Direitos e Interesses dos Povos Originários HOJE em Brasília e Entorno, vamos apoiar os Parentes Arão da Providência Guajajara, Carlos Pankararu, Lúcia Munduruku e Edinária Guajajara, entre outras lideranças, na luta para derrubar a PL 3571/08, impedindo a legalização da organização criminosa CNPI (Comissão Nacional de Pelegos Indígenas).

Até lá (tá na hora!!!!),
Abraços,
Marcelo Ribeiro

8 de dezembro de 2010 03:16
Cesar Crash disse...

Agora sim, tem sobrenome e afirma textualmente estar preocupado com o bem do "Todo-Poderoso ESTADO", não com o bem das PESSOAS vítimas do mesmo!

8 de dezembro de 2010 06:42
Anônimo disse...

Cesar Crash,


Obviamente tenho nome e sobrenome e estou preocupado sim com as pessoas, não só com o Estado. Quando referi a nossa querida Brasília, me referia aos habitantes que nela residem e não a um bando de desocupados que estão por lá apenas zanzando feito zumbis.....

Marcelo Craveiros

8 de dezembro de 2010 07:36
Anônimo disse...

RESULTADO DA REUNIÃO DA COMISSÃO

PROJETO DE LEI Nº 3.571/08 - do Poder Executivo - que "dispõe sobre a criação do Conselho Nacional de Política Indigenista - CNPI, e dá outras providências".
RELATOR: Deputado VIGNATTI.
PARECER: pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto e da Emenda da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público.
NÃO DELIBERADO EM FACE DO ENCERRAMENTO DA REUNIÃO.

Para mais detalhes e acompanhar a tramitação:
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=399630

8 de dezembro de 2010 13:46
Anônimo disse...

ARTICULAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL – APIB

Atenção Parentes do Acampamento Indígena Revolucinário! Mais uma vez, pergio a vista, perigo a vista. As pessoas que pretendem à aprovação do conselho nacional de pelegos indígenas querem aprovar a coisa para meio de dezembor. Cuidado pessoal! Perigo a vista! Vamos chamar a parentada das aldeias, devemos chamar bastante parentes para evitar mais um desastre no apagar das luzes! Vamos tomar cuidado parentada, repito: não podemos deixar esses pelegos indígenas usurpar os índios e guerreiros das aldeias.

Vamos lá!


INFORME APIB nº37 - 08/12/2010


Comissão da Câmara dos Deputados adia votação do projeto que cria o Conselho Nacional de Política Indigenista
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados adiou a apreciação do Projeto de Lei nº 3571/08, que cria o Conselho Nacional de Política Indigenista, e que estava previsto para ser votado na reunião desta quarta, dia 8. O adiamento se deu devido à falta de quorum. A matéria volta para a pauta da comissão na próxima quarta-feira, dia 15.


A Comissão Nacional Permanente da APIB acompanhou a votação e todos estão confiantes de que o projeto seja aprovado. O governo federal apóia a criação do conselho. E o relator da matéria, Deputado Cláudio Vignatti (PT-SC), também já se manifestou favorável, e adiantou que pedirá inversão de pauta na próxima reunião da comissão para que o projeto tenha prioridade na votação.


Na próxima semana, a Comissão Nacional de Política Indigenista se reúne em Brasília e é esperada a presença das lideranças indígenas que estarão na cidade para reforçar junto aos deputados a necessidade de aprovação imediata da matéria.

9 de dezembro de 2010 03:21
Anônimo disse...

Quer apostar quanto que a tal comissão nacional de pelegos indígenas vai conseguir essa vitória? Será que os ditos "revolucionários" conseguirão derrubar essa votação? Eu sinceramente duvido muito da capacidade do AIR ou do MIR.

Sinceramente!


Marcelo Craveiros!

10 de dezembro de 2010 07:56
Anônimo disse...

Estimad@s

Conferi a pauta da reunião ordinária da Comissão de Finanças e Tributação,
a ser realizada no dia 15/12, às 10h, no Anexo II, Plenário 04 da Câmara dos Deputados.

Esta prevista a votação do parecer que aprova a criação do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI),
objeto do Projeto de Lei No. 3.571/08, do Poder Executivo.

Um abraço,

11 de dezembro de 2010 03:34
Anônimo disse...

URGENTE, URGENTE: A mesma Frente dos Ruralistas que quer aprovar o relatório do genocida aldo rabelo está se mobilizando amanhã, dia 14, para votar o Novo Código Florestal e mais uma vez, para tirar Direitos dos Indígenas, Quilombolas e Tradicionais, impedindo o reconhecimento de suas terras.

É FATO, NÃO É BOATO (VER ABAIXO o e-mail enviado por nossos adversários aos seus comparsas), precisamos mobilizar o maior número de indígenas, apoiadores e simpatizantes essa semana no Congresso, para barrar absurdos como o novo código florestal e a legalização da organização criminosa conhecida como Conselho Nacional de Proprietários dos Indígenas.

Pedimos a todos, indígenas e não indígenas, apoio no Congresso amanhã e quarta-feira para impedir a aprovação de medidas lesivas ao Meio Ambiente e aos Povos Originários Brasileiros.

Abraços
e até breve,


Frente Parlamentar Agropecuária

09/12/2010 18:04



Para: undisclosed-recipients:;
cc: (cco: CORREIO COSAG/COMITES/FIESP)
Assunto: URGENTE VOTAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL





Prezado(a) membro,

Apesar de nossos esforços, dos Parlamentares e da Frente Parlamentar da Agropecuária, não conseguimos nessa semana, pautar e colocar em votação o Requerimento de Urgência do Código Florestal que se encontra sobre a Mesa. Contrário ao que alguns setores pensam, não estamos enfraquecidos e nem desmobilizados. Estamos trabalhando e fortalecendo a bancada da agropecuária. Prova disso está no anúncio público feito pelo Deputado Cândido Vaccarezza, Líder do Governo, de que foi realizado um acordo com os Líderes da nossa bancada, para votar na próxima terça feira, dia 14 de dezembro, o Regime de Urgência para votação do Código Florestal. A votação do Regime de Urgência já é uma conquista pois, sendo aprovado o Requerimento, o projeto volta ao plenário no início da próxima legislatura, para ser votado antes dos demais projetos que se encontram na fila.

A bancada da agropecuária precisa se manter unida e coesa, não medindo esforços para aprovar o relatório do Deputado Aldo Rebelo. Pedimos a sua participação nesse processo de mobilização para a votação da próxima terça-feira, quando entrará na pauta o Requerimento com o Pedido de Urgência. É muito importante o seu contato pessoal com os Parlamentares.

Contamos com a sua colaboração.


Atenciosamente,
Itazil Benício
Coordenador Executivo da FPA

Deputado Federal Moreira Mendes PPS/RO
Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária


Telefones: (61) 3248.4682 / 3364.2894
www.fpagropecuaria.com.br
SHIS - QI 11 - Bloco R - Sala 208 - Lago Sul - Brasília/DF - 71.625-205

13 de dezembro de 2010 07:42
Anônimo disse...

O que houve Karraô, perdeu os argumentos? Não quer mais comentar uma futura derrota do tal AIR ou MIR? Rsrsrsrs


Marcelo Craveiros.

13 de dezembro de 2010 16:17
Anônimo disse...

Votação do CNPI adiada falta de quórum. Claudia Lobo, ongueiros, e cobras jararacas do Ministério da Justiça indignadas com a presença de militantes do AIR e com os cartazes trazidos pelas companheiras Elaíde e Edinária Guajajara, denunciando a violação da convenção 169.

Parentes de todas as etnias, indígenas e apoiadores, é preciso presença para, em nome da sobrevivência e bem-estar de nossos Povos, barrar o Conselho Nacional de Proprietários dos Indígenas - cuja votação será na próxima quarta-feira na Câmara dos Deputados, Brasília.

15 de dezembro de 2010 08:03
Anônimo disse...

Todo apoio ao Acampamento Indígena Revolucionário,

Parabéns as parentes Elaíde e Edinária Guajajara por denunciar a violação da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Deve ser feito o mesmo movimento quando ocorrer a votação na Câmara dos Deputados. Mas peço aos parentes que venham em maior número para definitivamente barrar e derrubar a Comissão Nacional de pelegos e proprietários dos indígenas.

Mais uma vez Parabéns!

15 de dezembro de 2010 09:48
Anônimo disse...

Fora Ongs Sanguessugas!!! Fora CNPI!

16 de dezembro de 2010 07:09
Anônimo disse...

parabéns irmãos indígenas brasileiros, pela força e pela resistência... a luta é grande e vocês tem mostrado muita competência para conduzí-la... deixo aqui meu mais sincero apoio à causa indígena, que é, acima de tudo uma causa humana... estou com vocês... há marcelos no meio do caminho, mas eles jamais serão páreos para quem resiste há mais de quinhentos anos, disso estou tão certa como vocês...
um grande abraço e boas energias a todos vocês, que verdadeiramente revolucionam esse país!

Luciana

21 de dezembro de 2010 08:10
Carlos disse...

Sou o advogado que contribui impedir que a decisão judicial que mandava tirar os índios da Esplanada em 01.01.2010 fosse cumprida em razão da situação de "Tocaia". Preciso que o Sr. Carlos Pankararu, a Sra. Lúcia Mundurucu e o Sr. Korubo, e Dra Karla Pinhel me informem endereço ou telefone para contato, com urgência, ou então entrem em contato comigo, pois necessito das declarações deles, sobre aqueles fatos num processo que o Ministério da Justiça está movendo contra mim.

Obrigado!

Dr. Carlos 2025-3336
carprates@yahoo.com.br

10 de janeiro de 2011 05:30
JÔ OLIVEIRA disse...

Quero dizer que estou sempre a favor de nossos irmãos indígenas que devem sim continuar sua luta mesmo que percam.
E, parem de dar audiência a esse infeliz nazista fantasiado de gente.
Não gastem suas energias discutindo com ele. Seu objetivo é exatamente esse conspurcar a união e a familia indígena com argumentos pobres e desumanos. Pra esse tipo de gente fechamos nossos ouvidos pois dessa boca só pode sair lama e sua visão é de um porco.
Concentrem-se em seus objetivos e ideais, porque quando a mãe natureza se rebelar contra essa sanha assassina quero ver onde ele vai se esconder, no mato e nas aldeias é que não.
sinceramente apoiando todo meus irmãos por sua luta que não é só deles é nossa também.

Jô Oliveira

13 de março de 2011 10:59

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